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domingo, 19 de março de 2017

Oficina de Arte/Teatro: Blablação e tradução

objetivo: Desenvolver uma comunicação sem palavras, estabelecendo um diálogo em uma língua inventada. Introduzir a fala na cena.


O coordenador escolhe quatro pessoas para cada grupo, definido quem serão os blabladores e os tradutores da blablação. então, estes escolhem juntos qual será o tema da conversa. Após um sinal do coordenador o primeiro blablador incia a conversa, não esquecer de usar o copro com movimentos para contruir gestos e mostrar a sua expressão no diálogo, o segundo blablador então responde também construindo gestos e mostrando movimentos.
após os dois blablarem os tradutores então irão traduzir a conversa. O coordenador por sua vez vai orientando-os quando estiver chegando perto do final do tempo, para que eles terminem a conversa,
Após o termino da conversa com o tempo estimulado pelo coordenador, as duplas invertem as posições.

Temas sugeridos:
dois temas livres
cientista malucos na lua
encontro de personagens - pato Donald com Cebolinha - etc

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Oficina de Arte/Teatro: Serpente Musical


Serpente Musical

Objetivos: Desenvolver a experessão coporal e ritmo. proporcionar a integração do grupo.

Faixa etária: todas as idades.

Material: bola e música

Forma-se no grupo uma fileira ("a serpente"). O primeiro da fila recebe uma bola. A seguir coloca-se um cd de ritmos variados (samba, rap, etc...) O jogador da frente ("a cabeça da serpente") cria movimentos, gestos, direções, formas com o corpo e com abola, acompanhando o ritmo da música e os demais imitam. Assim que o ritmo mudar, ele passa a bola para o segundo da fila e corre para o final desta (" a cauda da serpente")




quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Oficina de Arte/Teatro: Construção da máquina imaginária


Construção da máquina imaginária

objetivos: Desenvolver a união da articulação entre: construção física, construção gestual e experimentação sonora. trabalhar o ritmo, a agilidade e a consciência corporal.


faixa etária: todas as idades

o coordenador propoe ao grupo a construção de uma máquina gestual que tenha movimento mecânico e som. o movimento poderá ser algo simples, que não seja desconfortável para o mesmo e que ele sustente o gesto ate o final da construção da máquina. O gesto terá quer ser repetitivo com um único sompara cada pessoa. Cada jogador construirá individualmente uma peça de engrenagem. Quando todos ja tiverem feito sua pesquisa gestual o coordenador dará as seguintes instruções:
- congela: apenas movimento
- congela: apenas o som,
- congela: maquina em ritmo acelerado
- congela: maquina em ritmo lento, quase parando.
- congela: maquina normal com som e movimento.

obs: Esta maquina poderá ser construída também, em pequenos grupos:
- dividir a turma em pequenos grupos, orienta-los ara que os componentes construiriam o objeto e que este esteja clara para cada um.
- sugestões: brinquedos de parque de diversão, roda gigante, cadinho bate-bate, montanha russa...etc....
A construção segue a mesma orientação anterior a unica diferença é que após a apresentação do grupo a platéia terá que adivinhar que maquina é esta que eles fizeram.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Oficina de Arte/Teatro: O Cego Escultor, a Massa e o modelo

Estarei trazendo algumas dinamicas pra vcs e de alguma forma contribuir....



O Cego Escultor, a Massa e o modelo

objetivos: conscientização das articulações. exploração do toque. Desenvolvimento da percepção.

Faixa etária: a partir da pré-adolescentes.

Materiais: vendas para os olhos.

Dividir o grupo em trios. um dos componentes assume o papel do modelo e constrói uma pose. outro faz papel do cego escultor (vendado), tateia a pose do modelo percebendo a posição em que estão as articulações do gesto construído (obs.: o cego tem apenas uma oportunidade para tatear o modelo). em seguida, o cego se aproxima da massa (terceiro componente) e reproduzem em seu corpo a pose do modelo. A massa deixa-se manipulada inteiramente pelo cego. Ao final, o cego tira a venda, o modelo volta a fazer a pose original e os três comparam a obra construída. Numa nova versão, os jogadores trocam de papéis.


sábado, 17 de setembro de 2016

Dinâmica: Contação de história beda#17

Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii estamos aqui firme nessa maratona do mês de setembro

E hoje mais uma dinâmica de Contação de história.....
é bem simples: As crianças em roda a primeira criança retira um papel e ler a palavra e deve começar uma história...a próxima retira um outro papel com palavra e eve continuar a história com a mesma palavra,,,,fica bem engraçado e trabalha a oralidade e a criatividade

Aqui algumas sugestões de palavras



O bom que essa dinâmica você pode fazer várias vezes porque cada vez será histórias diferentes.

Se gostou não esqueça os comentários

bjs no coração


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Dinâmica: Diga o nome beda#15

Oi pessoal...que bom a sua visita
Hoje trouxe uma dinâmica que as crianças gostam muito.


Você sorteia uma tira e as crianças devem dizer algo que combine...até alguém errar...e assim sortear de novo....

Espero que gostem !!!!!!!!!






sábado, 3 de janeiro de 2015

Teatro de sombra

olha que bacana que achei na net  so imprimir recortar e se divertir
com a garotada.
Segue a fonte ok
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

DINÂMICAS DE DESCONTRAÇÃO

DINÂMICAS DE DESCONTRAÇÃO

DINÂMICA: A TEMPESTADE

Objetivo: Promover a descontração dos participantes do grupo.
O que você irá precisar: Fichas com perguntas bíblicas.
Tempo: 10 minutos.

O que você deverá fazer:
1.      O facilitador pedirá a todos os participantes a ficarem sentados em círculo (não deverá sobrar cadeiras vazias).
2.      O facilitador explicará o jogo:
a)      Vamos fazer uma viagem pelo mar;
b)      Quando no decorrer da viagem eu falar “estibordo”, então todos devem pular uma cadeira para a direita;
c)      Quando ocorrer uma onda para esquerda e eu falar “bombordo”, então os participantes pulam uma cadeira para esquerda;
d)     Quando eu disser “tempestade”, todos trocam de lugar.
3.      No momento da tempestade o facilitador toma o lugar de um participante (não pode contar). O participante que ficar em pé deverá responder uma pergunta bíblica.
4.      Em seguida, toma seu lugar e continua o jogo.

DINÂMICA: BALÃO NO PÉ

Objetivo: Promover a descontração do grupo.
O que você irá precisar: 1 balão para cada participante, pedaços de cordão. Aparelho de som e música alegre.

O que você deverá fazer:
1.      O facilitador solicitará o grupo a ficar no centro da sala, em pé.
2.      Distribuir um balão e um pedaço de cordão  para cada participante.
3.      Cada participante inflará o balão, amarrará e prender no tornozelo direito.
4.      Iniciar uma música para todos dançarem.
5.      Ao código do facilitador ou a uma pausa da música, podem estourar os balões dos outros.
6.      O jogo terminará ao final da música.

Pontos para discussão:
a)      Quantos balões sobraram?
b)      Como cada um se defendeu para proteger o seu balão?

Resultado esperado: Ter promovido o aquecimento e descontração para outras atividades.



domingo, 28 de dezembro de 2014

DINAMICA: CORREIO SENTIMENTAL

DINÂMICA: CORREIO SENTIMENTAL

Objetivo: Proporcionar um espaço para discutir os problemas do dia-a-dia, e resolve-los com base na palavra do Senhor.

O que você irá precisar: Papel sulfite, lápis e cartões com casos para discussão.

1.      O facilitador pode estar trazendo algumas histórias, ou próprios adolescentes podem estar criando.

O que você deverá fazer:

1.      O facilitador formará quatro grupos. Explicar-lhes que cada um compõe uma equipe responsável por um programa de rádio que mantém uma seção intitulada “Correio Sentimental”, na qual os ouvintes relatam casos sentimentais ou familiares e a equipe apresenta uma resposta.
2.      Distribui um caso para cada equipe, pedindo que discutam a resposta que darão aos ouvintes, baseada na Bíblia.
3.      Solicitar que, ao apresentar sua resposta, cada equipe o faça como se estivesse no ar, inclusive com a leitura do caso para os demais “ouvintes”. O grupo tem a tarefa de transformar o caso numa realidade. Estabelecer o tempo de 15 minutos para eles organizarem seu “programada de rádio”.
4.      Cada grupo apresenta o seu programa.

Pontos para discussão:

a)      É difícil aconselhar uma pessoa? Por quê?
b)      Se um adolescente que não é cristão como devemos fazer para orienta-lo?
c)      Que tipos de conselhos geralmente são dados por amigos ou colegas?
d)     Qual é a melhor formar de estamos aconselhando?

Comentário:
Uma atividade como esta não só permite a discussão de temas que convive com o adolescente, como, também, avaliar o nível de informação que o grupo possui. Desse modo esta dinâmica pode ser utilizada para falar sobre o namoro cristão e também o noivado e o casamento, de uma forma divertida, onde os adolescentes iram se sentir mais avontade para discutir esses assuntos.





DINÂMICA: E A CANOU VIROU



DISCRIMINAÇÃO

Nossos relacionamentos devem ser dedicados, sinceros, altruístas e submissos.
Acepção: favoritismo, parcialidade, distinção, preferência condicional.
O Deus imparcial mostra a todas as pessoas o mesmo amor, graça, bênçãos e benefícios de sua salvação. Devemos ser exemplo de Jesus, ter o mesmo amor com todas as pessoas, sem parcialidade. Amar fervorosamente o próximo.

DINÂMICA: E A CANOU VIROU


Objetivo: Discutir a natureza do preconceito e maneiras pelas quais discriminamos ou não alguém.
Baseado em: Romanos 2.11
Tempo: 40 minutos

O que você deverá fazer:

1.      Formar grupos de 4 (quatro) a 5 (cinco) participantes.
2.      Apresentar ao grupo a seguinte situação:
“Cada grupo está em um barco em alto-mar. O barco bate em um recife e pode afundar a qualquer momento. Vem um barco salva-vidas que tem capacidade de transportar todas as pessoas menos uma. Por isso, cada grupo vai excluir um membro, baseado em critérios decididos e aceitos pelo grupo”.
Tempo: 15 minutos

3.      Quem for excluído ficará em lugar da sala pré-fixado e discutiram os critérios utilizados para a exclusão e o sentimento de ser excluído.
4.      Os não excluídos discutirão o que sentem ao terem de excluir alguém do grupo e definir os critérios de exclusão.

Pontos para discussão:
a)      Como interagem as pessoas excluídas e as pessoas que excluem?
b)      Quais os sentimentos evidenciados pelos excluídos?
c)      Como o grupo se sente ao ter de excluir alguém?
d)     Como é estar em grupo novo? E como recebemos participantes novos em nosso grupo?









segunda-feira, 7 de junho de 2010

Um ótimo dia..Texto Flocos de Carinho


FLOCOS DE CARINHO


Havia uma pequena aldeia onde o dinheiro não entrava.
Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e
produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, e valiosa era a AMIZADE. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílios, dava seu
CARINHO. O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão.
Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca.
As pessoas davam seu CARINHO pois sabiam que receberiam
outros num outro momento ou outro dia. Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia,
convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse. Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da
aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela. Daí então, quando a cidade já estava
praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a harmonia da cidade desapareceu. Surgiram a ganância, a desconfiança, o primeiro roubo, ódio, a discórdia, as pessoas se xingaram pela primeira vez e passaram ignorar-se pelas ruas.
Como era o mais querido
da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se triste e sozinho, o que o fez procurar a velha para perguntar-lhe e dizer-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO. A todos que dava CARINHO, apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo...Mais outro... e outro... até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.

MORAL DA ESTÓRIA:

Nunca devemos fazer as coisas pensando em receber em troca.
Mas devemos fazer sempre. Lembrar que os outros existem é
muito importante. Muito mais importante do que cobrar dos outros que se lembrem de você, pois sentimento sincero nos é oferecido espontaneamente, e assim saberemos quem realmente nos ama.
Aqueles que te quiserem bem se lembrarão de você. Receber sem cobrar é mais verdadeiro.
Receber CARINHO é muito bom. E o simples gesto de lembrar que alguém existe é a forma mais simples de fazê-lo.
Estes são os meus floquinhos para:

VOCÊ !!!

[Autor: Desconhecido]

domingo, 18 de abril de 2010

Dinamica para reuniões


Dinâmica: Contação de história


* Os pais sentam em circulo e recebem uma caixa com papeis que contém diversas palavras escritas. A caixa deve passar de mão em mão e cada jogador, ao recebê-la, tira uma palavra da caixa que deve ser incluída na historia improvisada. A historia é finalizada quando o ultimo jogado recebe a caixa.

Objetivo: Integração



- Dinâmica

- Jornal para cada pai. Música calma. Andar pelo espaço, pensar em coisas qUE deixa triste amassar o jornal. No final pensar em coisas alegres e jogar o jornal.

Objetivo: Relaxamento




BJSS MIL NO CORAÇÃO


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Texto: Dinamica do amor


Sugestão reunião de pais


Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito.
Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago.
Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito, pois nele havia muitas marcas.
Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?"
O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram.
Todos ficaram sem entender coomo o amor, a vivência poderiam provocar tantas marcas? O bom velhinho continuo explicando:
-" Quando menino, ainda criança, meu coração erão tão puro qaunto o seu jovem rapaz, porém desde a infancia aprendi que os tombos nos deixam cicatrizes, no corpo principalmente, pois criança machucam-se facilmente, mas com o passar do tempo aprendemos que as verdadeiras cicatrizes ficam no coração e só nos resta superá-las, sempre com o apoio de quem amamos. As marcas ficam, pois co a presença delas notamos que é possível levar um tombo, cair e levantar-se mais forte ainda."
Finalmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho."

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

é Hora de brincaR

Algumas sugestões para vocês

Corrida maluca
A competição é bem legal. Basta que você escreva em vários cartões formas diferentes de caminhar: corrida de um pé, andar pra trás, andar agachado, andar como sapo etc
Forme duas equipes. Cada representante caminhará na forma indica pelo cartão que escolher.
Não se esqueça de marcar a linha de partida e de chegada.
A equipe vencedora será aquela cujo participantes completarem primeiro as formas malucas de corrida.
Também pode ser feio sem equipe, sendo individual.

Ponte imaginária
Forme dupla e marque 10m de distancia entre elas. Depois, us apenas 2 folhas de jornal, coloque uma embaixo dos pé a outra folha na frente.
A seguir, pise na folha adiante, pegue a de trás e coleque-ana frente. Repetir o processo até chagr no proximo particioante da dupla. Ele fará o mesmo caminho que você fez até chegar ao ponto de partida.
Ganha a brincadeira a dupla que percorrer o percusso primeiro.

Volêi de toalha
Adaptação do jogo de voleibol, com diferença de que os jogadores da mesma equipe deverão permanecer em duplas e ter em suas mãos uma toalha.

As duplas deverão segurar a toalha pelas extremidades e ao invés das mãos, usar a toalha para receber e passar a bola. No mais prosseguirá como o voleibol propriamente dito (não deixar a bola cair)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Dinamica para reunião de Pais

Na primeira reunião de pais entreguei essa vasinho como o nome da criança
Explique cada criança era um sementinha. Pedi para escrever atrás do vaso o que eles gostariam que seus filhos aprendessem ou desenvolve-se ao longo do ano. Guardei.

Na segunda reunião do ano mostrei o vaso de cada um, mas agora com caule (pode ser palito de sorvete ou palito de churrasco encapado com durex verde) e uma folha. Pedi para reler o que haviam escrito e escreve-se na filha como foi o primeiro 1 º semestre e o que aguardam para o segundo semestre.

Na última reunião mostrei o vaso com o caule e agora como uma flor (pode ser de desenho, crepom ou dobradura como eu fiz) Dentro escrevi uma mensagem "Nossa semente floresceu..." e conversei com os pais sobre como todos se desenvolveram cada um no ritmo e que com ajuda da família a nossa semente floresceu.

Espero que vocês gostaram
Após essa dinâmica sempre também lia um texto (postei também no blog é só ir no marcador Textos Diversos)




BEIJOCAS NA PONTINHA DO NARIZ

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A lição da borboleta


A lição da borboleta

Um homem, certo dia, viu surgir uma pequena abertura num casulo. Sentou-se perto do local onde o casulo se apoiava e ficou a observar o que iria acontecer, como é que a lagarta conseguiria sair por um orifício tão miúdo. Mas logo lhe pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso, como se tivesse feito todo o esforço possível e agora não conseguisse mais prosseguir. Ele resolveu então ajuda-la: pegou uma tesoura e rompeu o restante do casulo. A borboleta pôde sair com toda a facilidade... mas seu corpo estava murcho; além disso, era pequena e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observá-la porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se estendessem para serem capazes de suportar o corpo que iria se firmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade a borboleta passou o restante de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar.

O que o homem em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura eram o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo daquele pequenino inseto circulasse até suas asas para que ela ficasse pronta para voar assim que se livrasse daquele invólucro.

Algumas vezes o esforço é justamente aquilo de que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através da existência sem quaisquer obstáculos, Ele nos condenaria a uma vida atrofiada. Não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nunca poderíamos alçar vôo.



ótimo final de semana
estou um pouco sumida
mas logo
volto a rotina de postar
bjs mil

sábado, 28 de novembro de 2009

Sugestão de texto para reunião de pais


Estarei lendo esse texto...
Uma sugestão
Bjs mil no coração menina!!!


A Águia

A águia empurra gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração maternal se acelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que ela sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cutucões.

"Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?", ela pensou. Esta questão secular ainda não estava respondida para ela...

Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no alto de um pico rochoso, nas fendas protetoras de um dos lados dessa rocha. Abaixo dele, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. "E se justamente agora isto não funcionar?", ela pensou.

Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a se completar. Restava ainda uma tarefa final: o empurrão. A águia tomou-se da coragem que vinha de sua sabedoria interior. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para suas vidas.

Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer uma águia. O empurrão era o maior presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. E então, um a um, ela os precipitou para o abismo...
E eles voaram!


Texto extraído do livro de Tom Chung

sábado, 1 de agosto de 2009

+ Brincadeiras



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Bom Barqueiro ou Passarás

Primeiro temos que escolher dois participantes que serão a ponte dando as mãos um para o outro, sem que o restante da turma saiba eles decidem quem será pêra ou maçã. Os demais fazem uma fila que passará por debaixo da ponte.
A dupla que é a ponte canta:
Passarás, passarás
Mas algum há de ficar
se não for o da frente
tem que ser o de trás
Nesta hora (quando fala “ de trás”) a dupla prende nos braços quem está passando e perguntam baixinho sem que os outros ouçam:
_ Você quer pêra ou maçã?
O Participante escolhe e vai para trás de quem representa a fruta que ele escolheu.
No final ganha o participante que tiver mais gente atrás , ou seja a fruta mais escolhida.
De Havana veio um Barco

Um jogador diz em voz alta: “De Havana veio um barco carregado de...” e acrescenta o nome de um produto que pode ser transportado por barco. Exemplo: laranja.
O jogador seguinte deve dizer o nome de outra mercadoria que comece com a mesma letra que a primeira, por exemplo: “De Havana veio um barco carregado de lápis”.
Quando um jogador não conseguir lembrar de algum produto que não foi falado será eliminado.
Depois que alguém for eliminado o jogador que ficou por ultimo começa o jogo com outra letra.
Anjo do Bem, Anjo do Mal
São escolhidas duas crianças uma para ser o Anjo do Bem e a outra o Anjo Mal. Uma outra criança dá a cada uma das outras restantes um nome de fruta, ou uma cor, cochichando-lhe no ouvido.
Inicia-se o jogo com o diálogo: Toc, Toc
A mesma criança que escolheu o nome das frutas e que designou a cada é o porteiro e diz:
Quem bate?
Dependendo da vez, a criança que bate responde: Anjo do Bem ou Anjo do Mal
A criança ( porteiro) diz: O que você quer?
Anjo do Bem ou Anjo do Mal responde: Uma fruta (ou cor )
A criança ( porteiro) pergunta: Que fruta? (ou cor)
A partir daí, o Anjo do Bem ou o Anjo do Mal tem três opções. Se entre as três opções não tiver nenhuma criança que tenha o nome da fruta( ou cor), será então a vez do outro anjo. Se acertar, a criança (fruta ou cor) pertencerá ao Anjo que acertou.
Ganha quem possuir mais crianças.
Exige noção de ordem e alteração por parte dos anjos do Bem e Mal. Também é necessário que as crianças memorizem as frutas ou cores que as representam.
Lista de Palavras

Fazer uma lista de palavras com 10 categorias, iguais para todos os participantes. Por exemplo: Nomes próprios, animais, peças de roupas, carros, frutas, países, vegetais.
Em seguida um jogador diz uma letra, todos os demais devem anotar por categoria palavras que comecem com aquela letra.
O participante que terminar primeiro diz “Pare”.
Cada palavra vale 10 pontos, cada palavra repetida vale 5, somam-se os pontos e anotar no total.
Ir jogando com outras letras e no final somar toda a pontuação .



sexta-feira, 31 de julho de 2009

O QUEBRA-CABEÇA DA VIDA


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O QUEBRA-CABEÇA DA VIDA
Ruth O’Neil


Esta atividade é para crianças com 8 anos para cima. Escolha quebra-cabeças de acordo com a faixa etária do grupo. Serão necessários três quebra-cabeças. Você poderá comprá-los e guardá-los para o momento em que precisar de uma idéia imediata para um programa.
INSTRUÇÕES;
1. Divida a classe em três grupos. Caso haja poucos alunos, realizem juntos cada atividade.
2. Dê um quebra-cabeça para cada grupo.
Ø Para o primeiro grupo, entregue o quebra-cabeça completo, mas não mostre a figura. (Eles terão de montá-lo sem ver a figura.)
Ø Entregue o quebra-cabeça para o segundo grupo com algumas peças faltando, sem que saibam disso, mas dê-lhes a figura para que possam se orientar.
Ø O terceiro grupo deverá receber todas as peças e também a figura a ser montada.
3. Estabeleça o tempo em que os quebra-cabeças deverão estar montados. Caso você não disponha de muito tempo ou em um grupo pequeno, use quebra-cabeças que não contenham muitas peças (50-150). ADVERTÊNCIA: Um grupo não deve espiar o trabalho do outro grupo.
A VIDA SE ASSEMELHA A UM QUEBRA-CABEÇA
Quando findar o tempo determinado, peça a cada grupo para dizer como se saiu. Você obterá uma variedade de respostas e de reclamações. Permita que o maior número possível de crianças se expresse.
Então, diga às crianças que a vida se assemelha a um quebra-cabeça. Quando você monta as peças, normalmente começa com as peças das laterais – com a parte externa. Você pode saber como os amigos se parecem por fora, mas isso não lhe dá muitos elementos para conhecer-lhes o interior.
Ø Primeiro grupo – É assim que a vida inicia quando aceitamos a Jesus. Primeiro somos os lados exteriores, mas também temos muitas peças que necessitam serem encaixadas. Quando nos tornamos mais velhos, acrescentamos peças, como por exemplo, o tipo de profissão que iremos exercer, com quem iremos nos casar. As pessoas que não conhecem a Jesus são como o quebra-cabeça sem a figura para orientar a montagem. Elas não têm direção.
Ø Segundo grupo – O quebra-cabeça com as peças faltantes representa as pessoas que aceitam a Jesus não mas que não lhe entregam a vida por completo. Algumas peças estão faltando. Talvez negligenciem a oração, deixam de estudar a Bíblia, usam linguagem imprópria ou vivem somente para si mesmas.
Ø Terceiro grupo – Nossa vida tem muitas peças e é necessária toda a uma vida para que o quadro fique pronto. Nunca deixamos de aprender e de crescer. Ninguém consegue montar o quebra cabeça da mesma forma visto que todos somos diferentes e não podemos colocar as peças em qualquer lugar. Temos de aprender como as peças de nossa vida se encaixam devidamente. Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais compreendemos o que Ele deseja que sejamos, e assim somos capazes de encaixar corretamente mais peças no quebra-cabeça de nossa vida.
Ruth O’Neil e seu marido afirmam que gostam muito de trabalhar com crianças. A Ruth escreve de Lynchburg, Virginia.
[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, outubro – dezembro de 2005, p. 27.]